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Bolsonaro diz que trocou informações com o presidente da China sobre o novo coronavírus

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Telefonema ocorre dias depois de um dos filhos do presidente (foto), o deputado federal Eduardo Bolsonaro, acusar o governo chinês pela pandemia do coronavírus Foto: Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro informou pelas redes sociais, nesta terça-feira (24), que conversou por telefone com o presidente da China, Xi Jinping. De acordo com Bolsonaro, os dois líderes trocar “informações e ações” sobre o novo coronavírus.

A ligação ocorre em meio à crise diplomática provocada por críticas ao governo chinês feitas por um dos filhos do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que culpou a China pela pandemia de coronavírus. As falas do deputado foram rebatidas pelo embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Wuhan, na China, foi o epicentro da disseminação do novo coronavírus.

Principal parceiro comercial do Brasil, a China teve de lidar com a alta do número de casos da Covid-19, situação similar a que o Brasil enfrenta no momento. No último dia 12, a China declarou o fim do pico do surto do novo coronavírus no país.

“Nesta manhã, em ligação telefônica com o presidente da China, Xi Jinping, reafirmamos nossos laços de amizade, troca de informações e ações sobre a Covid-19 e ampliação de nossos laços comerciais”, publicou Bolsonaro.

Bolsonaro publicou uma foto, na qual aparecem os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), além do secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Rocha.

Também por uma rede social, Wanming falou sobre a conversa entre Bolsonaro e Xi Jiping. Segundo o embaixador, a fala serviu para para “trocar opiniões sobre os importantes temas de interesse comum”.

O Sul

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Politica

Conheça detalhes do auxílio a pequenas e médias empresas

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Medida anunciada pelo governo Bolsonaro beneficiará 1,4 milhão de empresas e 12,2 milhões de pessoas. Foto: Marcos Corrêa/PR

O governo anunciou na sexta-feira (27) uma linha de crédito emergencial para ajudar pequenas e médias empresas a quitar a folha de pagamentos. O setor está entre os mais afetados pela crise gerada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de liberação de R$ 40 bilhões.

O anúncio foi feito em entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente, além da preocupação com a disseminação do coronavírus e os efeitos da doença, é preciso garantir empregos para a população. “Devemos diminuir a altura dessas duas ondas [da infecção e do desemprego]”, disse.

A medida deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês.

Segundo o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, a medida será operacionalizada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), em parceria com os bancos privados. O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá que complementar o salário.

Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de que não demitir o funcionário nesse período de dois meses. “A empresa fecha o contrato, e o dinheiro vai direto para o funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto, explicando que os recursos não passarão pela conta da empresa.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic). Do total a ser liberado por mês (R$ 20 bilhões), R$ 17 bilhões serão recursos do Tesouro Nacional e R$ 3 bilhões dos bancos privados. Serão seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

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“O Tesouro disponibiliza os recursos, aplica os subsídios e fica com as perdas e ganhos das operações”, afirmou o presidente do BNDES, Gustavo Montezano.

Segundo Campos Neto, a linha estará disponível em uma ou duas semanas. “Quarenta e cinco por cento do custo de uma pequena e média empresa é folha de pagamento, normalmente em torno 20% ao ano. Temos que atravessar este período garantindo emprego para os trabalhadores”, afirmou. Ele acrescentou que o custo de demissão para as empresas é equivalente a três ou quatro meses de salário.

Caixa

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também ressaltou que o banco já emprestou R$ 20 bilhões aos clientes para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. No total, a instituição já injetou R$ 111 bilhões em recursos.

“Vamos continuar reduzindo juros, aumentando prazos para pagamento e dando liquidez para a economia”, disse Guimarães sobre as medidas anunciadas na quinta-feira (26) pelo banco.

De acordo com Guimarães, a Caixa também vai operacionalizar o pagamento do auxílio emergencial de três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

Entretanto, Guimarães destacou que, antes se iniciar o pagamento, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Um decreto presidencial também será editado para regulamentar a operação.

Compra de carteira de crédito

Roberto Campos Neto informou ainda que está em estudo uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para que o Banco Central possa comprar carteira de crédito diretamente das instituições financeiras. “O máximo que o Banco Central pode fazer [atualmente] é injetar liquidez [no mercado]. Nem sempre a liquidez chega na ponta final. Precisa de uma PEC para que o Banco Central tenha poder para comprar crédito”, disse.

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O presidente do BC informou ainda que na próxima semana a instituição deve lançar medida de concessão de empréstimos a bancos com lastro em letras financeiras garantidas por operações de crédito.

Para começar a valer, será necessária a edição de medida provisória, com abertura de crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses (R$ 17 bilhões por mês) e a criação de um fundo com aporte do Tesouro, operacionalizado pelo BNDES, fiscalizado e supervisionado pelo Banco Central.

Setor de saúde

Gustavo Montezano informou ainda que na próxima semana será disponibilizada uma linha emergencial para empresas de saúde no valor de até R$ 2 bilhões. “Já temos cerca 30 empresas mapeadas para absorver esse produto”, disse o presidente do BNDES.

O Sul

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Ijuí

Executivo edita novo decreto com medidas para o comércio local

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Foto: Poder executivo de Ijuí

Em virtude das novas definições acordadas entre o Poder Executivo  e demais entidades do setor privado de Ijuí foi realizada a edição de novo Decreto Executivo, nº 6999/2020 e  entre as  novas normas, está a questão do funcionamento do comércio local.

Ficou definido  a partir da data deste sábado,28, pelo decreto nº 6999 que o comércio local passa a funcionar com sua capacidade reduzida, ou seja 50% do número da capacidade constante do seu alvará ou PPCI,  sendo que,  o atendimento será feito de maneira individual, permitindo somente uma pessoa por vez dentro do estabelecimento, evitando o contato corporal e atendendo a determinação de manter a distância de dois metros entre as pessoas.

É reforçado que a medida que suspende  qualquer tipo de aglomeração , incluindo reuniões  as religiosas, ainda está em vigor.

Confira novo decreto na íntegra aqui. Decreto 6999

Fonte: Poder executivo de Ijuí

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Politica

Justiça afasta vereadores em Santo Augusto

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Crédito Foto: Rádio Querência

Três vereadores que integram a Mesa Diretora da Câmara de Santo Augusto, na região das Missões, foram afastados de suas funções pela Justiça gaúcha, nesta sexta-feira (27). Na última segunda-feira (23), já em meio à pandemia de coronavírus no país, eles comandaram a sessão que reajustou os salários dos parlamentares, do prefeito e de secretários. Por ser virtual, o encontro não pode ser acompanhado pelos moradores da cidade.

projeto concedeu aumento de 10% na remuneração — que passou de R$ 4.118 para R$ 4,6 mil _ e criou um 13º salário para os vereadores. A proposta, que seria válida para a próxima legislatura, foi vetada pelo prefeito da cidade, Naldo Wiegert (MDB).

— A nossa região tem prejuízos pela estiagem, está bastante difícil. Além disso, tem a questão do coronavírus. Por isso eu vetei. Não é de interesse público aumentar despesas para o próximo exercício — comenta o prefeito.

O afastamento foi determinado ao presidente da Câmara, Irani Oliveira da Rosa (DEM), ao vice Horacio Ferrando Dornelles (PDT) e ao secretário Douglas de Almeida Bertollo (PPS).

De acordo com a decisão judicial, a ação foi tomada devido à impossibilidade de acompanhamento da sessão — fechada ao público, à imprensa e sem transmissão pela internet — e para que o parlamento municipal não possa derrubar o veto do prefeito e promulgar as mudanças.

GaúchaZH tentou contato com os vereadores, mas todos estavam com os telefones celulares desligados na tarde desta sexta-feira (27).

A decisão da Justiça ocorreu depois que o Ministério Público ajuizou uma ação civil pública por improbidade administrativa, pedindo a perda do mandato do trio de vereadores.

Cidades

Outras duas cidades também aprovaram aumento para os vereadores em meio à pandemia de coronavírus. Em Rosário do Sul, na Fronteira Oeste, a remuneração foi para quase R$ 6 mil após aceitação do projeto de reajuste de 4,5%. Em Viamão, na Região Metropolitana, o índice foi de 7% e o valor dos pagamentos mensais chegou a R$ 10 mil.

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Fonte: Gaúcha ZH

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