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Economia

Calçados Beira Rio demite cerca de 700 funcionários, segundo o sindicato do Calçado e Vestuário

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Funcionários se dirigiram até a empresa na manhã desta quarta-feira para encaminhar o processo de rescisão (Foto: Eduarda Wenzel/Folha do Mate)
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Direção da empresa Calçados Beira Rio e funcionários estiveram em reunião na manhã desta quarta-feira, 18. Durante o encontro, foi comunicado o desligamento de aproximadamente 700 funcionários, dos mais de 800 que atuavam na unidade de Mato Leitão. A empresa foi acometida de um incêndio de grandes proporções na madrugada de terça-feira, 17, quando grande parte da estrutura foi atingida.

Conforme o Sindicato dos Trabalhadores do Calçado e Vestuário de Venâncio Aires e Mato Leitão, em entrevista à Rádio Terra FM, os demais trabalhadores, que permanecem atuando na Beira Rio, serão realocados nas filias de Santa Clara do Sul e de Roca Sales. Até 20 empregados permanecerão na unidade da Cidade das Orquídeas.

O diretor do sindicato, Fábio Alves, também informou que a empresa teria se comprometido com os trabalhadores de recontratá-los após a reabertura da unidade. As obras para reconstrução dos prédios podem levar de oito meses a um ano.

Alves ainda destacou que a empresa tentará, nesse período de reconstrução, fortalecer o número de ateliês – empresa terceirizadas – que fornecem serviços para a unidade. A intenção também é tentar intermediar a criação de, pelo menos, dois empreendimentos desse segmento, que juntos poderiam empregar até 300 trabalhadores.

A empresa ainda não se posicionou oficialmente sobre o assunto.

O INCÊNDIO

Um incêndio de grandes proporções destruiu grande parte das instalações da empresa na madrugada de terça-feira, dia 17, a partir das 2h. O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) de Venâncio foi acionado para combater o incêndio, mas foi preciso reforço da unidade de Lajeado. Quatro caminhões da corporação atuaram no combate ao fogo. As suspeitas são de que o incêndio começou a partir do sistema de climatização.

Leia também:  Empresariado de Ijuí está confiante na recuperação dos prejuízos causados pela pandemia.

 

Fonte: Folha do Mate

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Economia

Gás de cozinha pode chegar a R$ 200 este ano

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O presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de Gás Liquefeito do Petróleo (Asmirg), Alexandre Borjaili, afirmou que o gás de cozinha poderá chegar a R$ 200 reais este ano. Porém, o preço pode também variar de R$ 150 a R$ 200. A informação é do portal Metrópoles.

Na entrevista, ele criticou o constante aumento do preço do Gás Liquefeito do Petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha e vendido para as distribuidoras pela Petrobras. Em menos de 15 dias deste ano, a Petrobras já aumentos o preço do GLP. Já o reajuste anterior a este aconteceu no inicio de dezembro.

“Se persistirem esses aumentos consecutivos, sem limites, a previsão é de que o gás de cozinha chegue logo a R$ 150. Vai ser um pulo. Já para chegar a R$ 200 depende dessa política de preços”, estima.

 

Por enquanto, o brasileiro deve preparar o bolso para pagar, em média, R$75,04 por um botijão de 13 kl. É o que aponta os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atualizados nessa segunda-feira (11). Nos preços mais altos, o custo do botijão de 13 kl pode chegar a R$ 105.

Aumentos constantes do gás de cozinha

O GLP acumulou alta de 21,9% ou R$ 6,08 por botijão em 2020. Isso contando apenas com o preço repassado as distribuidoras pela Petrobras. Ou seja, a alta para o consumidor final pode ter sido ainda maior.

A Petrobras revende para as distribuidoras, que compram e repassam o valor, junto com a porcentagem, dos seus lucros, para o consumidor final.

Hoje, GLP é vendido pela petroleira estatal a distribuidoras, com um botijão de 13 kg por R$ 35,98. Antes do reajuste, o valor era de R$ 33,89 por 13 kg. Ou seja, o gás subiu R$2 com a nova mudança da estatal. O valor médio pago pelo consumidor final é mais que o dobro: R$75.

Leia também:  Clientes residenciais não poderão ter corte de energia elétrica por 90 dias

 

“Os ministros de Minas e Energia e da Economia prometeram publicamente que o preço do gás iria cair até 40% ou 50%, mas, desde então, o valor só sobe – e não há qualquer previsão de redução”, lembra Borjaili.

“Pelo contrário, o que temos são aumentos consecutivos. A Petrobras não passa um mês sem aumentar ao menos 5% do combustível [vendido às refinarias] e, alinhado a isso, tem o aumento dos estados via ICMS”, completa.

Para Borjaili a situação é um desrespeito à população mais vulnerável.
“Nós vendemos em média 35 milhões de botijões de gás todo mês. O país tem 15 milhões das famílias no Bolsa Família que vivem com uma renda per capita de até R$ 87. Então, nem gás podem comprar”, diz Borjaili. “Não é a classe A que precisa do gás de cozinha. Quem precisa é quem tem que fazer arroz, feijão, mingau todos os dias”, finaliza.

 

Fonte: Notícias concursos

 

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Bairros

Busca em recuperação da gigante cotrijuí de Ijuí

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Foto: Executivo de Ijuí
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A COTRIJUÍ já acumulou muitos recordes na sua área de atuação, foi durante décadas uma referência que levou o nome do município para além fronteiras.

 

A ACAISC – Associação de Credores e Amigos Interessados no Soerguimento da Cotrijuí, visitou o governo municipal para apresentar a situação e buscar apoio institucional que visa a recuperação dessa gigante ijuiense.

 

Estiveram na reunião com o prefeito, os senhores Edson Burmann, Paulo Veiga, Rui Stragliotto, Romeu Michael, Francisco de Lima e Francisco Kinalski

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Economia

Governo promete antecipar 13º e PIS

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A medida foi realizada no ano passado. Para 2021, a intenção é reduzir os impactos do fim do auxílio emergencial.

 

O governo deve antecipar este ano o pagamento do décimo terceiro salário para aposentados e pensionistas do inss e do pis, o abono salarial.

 

A medida econômica visa reduzir os impactos do fim do auxílio emergencial, pago no ano passado por conta da pandemia.

A antecipação do décimo terceiro dos aposentados também foi realizada no ano passado. Os aposentados receberam o salário extra no início da pandemia.

 

o recurso fez falta no fim do ano, com as despesas de natal e ano novo. Agora, o governo estuda liberar o recurso entre fevereiro e março.  A medida não gera custos extras para o governo, já que o recurso está previsto no orçamento da união, diferente do auxílio emergencial que teve um custo de 254 bilhões de reais.

 

Já o abono salarial é pago para trabalhadores que recebem até dois salários-mínimos e tem o valor de mil e 100 reais. Neste início de ano já está sendo pago o pis ano base 2020.

 

Aniversariantes de janeiro e fevereiro recebem no próximo dia 16.

 

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