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Coronavírus: médico de 26 anos morre e causa comoção na internet

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Usama Riaz foi declarado herói nacional em seu país. Ele morreu enquanto tentava salvar pacientes infectados com Covid-19

Um jovem médico está entre os mortos pelo novo coronavírus no Paquistão, onde crescem assustadoramente os números de infectados pela Covid-19. Usama Riaz perdeu a vida tentando salvar pacientes no Hospital Gilgit-Baltistão. A notícia causou comoção nas redes sociais.

O governo local declarou o médico como herói nacional, segundo o Ministério da Informação da região. No Twitter, um ativista de direitos humanos postou fotos do jovem profissional, comentando que ele havia passado as últimas semanas examinando e tratando pacientes. “Hoje, ele perdeu a própria batalha contra o coronavírus, mas deu vida e esperança a muitos”, lamentou.

Várias pessoas se comoveram com o caso e postaram mensagens de respeito pelo papel desempenhado por ele no enfrentamento à pandemia. “Tinha apenas 26 anos. O Dr. Usama era um cidadão corajoso do Paquistão. Ele sabia o perigo em que estava se metendo, mas, até o último suspiro, tentou o seu melhor”, comentou um usuário do microblog.

No Paquistão, a maioria dos novos paciente veio do Irã, país vizinho. O governo paquistanês fechou os aeroportos de Karachi e Sukkur. As principais estradas de Karachi foram bloqueadas com contêineres e arames farpados e os cidadãos estão sendo forçados a cumprir quarentena.

Os líderes políticos do país exigem que o primeiro-ministro, Imran Khan, imponha bloqueio completo para impedir a disseminação de coronavírus.

Fonte: MENU

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Casos de coronavírus disparam e Rússia vai fechar todas as fronteiras

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Praça Vermelha em Moscou, na Rússia. Foto: Carlos Machado / Rádio Guaíba

País registrou crescimento de 228 casos confirmados em 24 horas

A Rússia fechará todas suas fronteiras na próxima segunda-feira, afirmou neste sábado o governo, intensificando as restrições depois de o país relatar um maior crescimento em um dia em casos do novo coronavírus.

As autoridades disseram que registraram até agora 1.264 casos confirmados, crescimento de 228 em 24 horas, e ordenaram que todos os pontos de acesso por carro, trem e a pé, assim como as fronteiras marítimas do país, fossem fechados a partir de segunda-feira.

A Rússia já havia colocado no chão todos seus voos internacionais e declarou que não haverá trabalho na próxima semana, o que não se aplica a funcionários de negócios essenciais, como farmácias e supermercados, em uma tentativa de limitar a disseminação do vírus.

Comércio não funcionará

Moscou, a área mais afetada da Rússia, fechou até 5 de abril todos seus cafés, restaurantes e lojas, exceto as que vendem comidas e remédios.

Sergei Sobyanin, prefeito de Moscou, pediu que os moradores fiquem em casa durante o feriado prolongado anunciado pelo presidente Vladimir Putin, semana passada.

Em carta aos usuários de sites de Moscou, Sobyanin afirmou que o feriado de uma semana tem que ser levado a sério. “Não é um feriado extra, mas uma medida-chave para lutar contra a disseminação do coronavírus”, explicou.

FONTE:  Agência Brasil / Correio do Povo

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Mãe conta como adolescente francesa de 16 anos morreu de quadro fulminante da Covid-19

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CMSRC / Wikimedia

A angústia dos franceses aumenta com a morte de uma adolescente de 16 anos, Julie, vítima do novo coronavírus. Ela morreu na terça-feira (24) no Hospital Necker de Paris, especializado em doenças infantis, 24 horas depois de ser hospitalizada com insuficiência respiratória.

Julie, moradora de Essone, subúrbio ao sul da capital, era saudável até desenvolver a Covid-19. Ela não tinha outras patologias conhecidas, segundo a família, e é a primeira menor a morrer na França desde o início da pandemia.

“Nunca teremos uma resposta”, diz Sabine, mãe da adolescente. “É um choque perder um filho, a vida perde o sentido, mas temos a obrigação de continuar“, afirma inconsolável. Ela não se conforma que médicos e autoridades continuem a afirmar que os jovens não morrem dessa doença.

Em entrevista ao jornal Le Parisien, a irmã de Julie, Manon, alerta que “ninguém é invencível perante esse vírus mutante”. Ela e a mãe estão confinadas em casa.

Manon conta que Julie tinha uma tosse leve até a semana passada. Mas os sintomas se agravaram no fim de semana, quando ela desenvolveu uma secreção intensa nas vias respiratórias e começou a perder o fôlego.

Na segunda-feira (23), a adolescente fez uma consulta com um clínico geral, o médico de referência no sistema público de saúde, que constatou o comprometimento dos brônquios. “Ela não tinha outras doenças”, garante a irmã.

Dois testes negativos

No mesmo dia, a jovem foi hospitalizada em uma unidade de Essone. Um teste diagnóstico da Covid-19 foi realizado. Mas antes da obtenção do resultado, os sintomas se agravaram e Julie foi transferida, durante a madrugada, para o Hospital Necker, no 15° distrito de Paris.

Dois novos testes foram feitos no Necker e deram negativo, conta a mãe da adolescente. Julie permaneceu internada sem assistência respiratória. Porém, um telefonema do primeiro hospital revelou que o primeiro teste realizado em Julie deu positivo. Os médicos do Necker imediatamente colocaram a menor sob ventilação, mas seus pulmões não resistiram.

Leia também:  Remédio japonês é 'claramente eficaz' contra coronavírus, diz China

Quando a mãe e a irmã da menor chegaram ao hospital parisiense, já era tarde demais. Julie tinha morrido. “Foi violento. Tivemos tempo de vê-la, mas depois tudo aconteceu muito rápido. Por causa das circunstâncias da epidemia, o protocolo para o enterro é muito rigoroso. Sei que é complicado, mas um pouco mais de humanidade é necessário“, disse Sabine, muito abalada com a perda da filha.

O corpo da adolescente será sepultado na próxima segunda-feira, na presença de no máximo dez pessoas, como prevê um decreto do governo. Os amigos da adolescente previram uma homenagem na escola no dia 4 de maio, quando está inicialmente prevista a volta às aulas. Eles pretendem construir um memorial, fazer um minuto de silêncio e uma marcha branca e vermelha. Segundo uma colega de classe, o branco é uma referência ao bom humor de Julie, enquanto o vermelho era a cor preferida da estudante.

// RFI

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Embaixador britânico morre aos 37 anos vítima de coronavírus

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Embaixador britânico morre vítima de coronavírus aos 37 anos (Foto: Reprodução)

Até esta quinta-feira (26), o Reino unido registrou 9.574 casos e 465 mortes pela covid-19

Morreu nessa terça-feira (24), aos 37 anos, o diplomata Steven Dick, chefe da missão britânica em Budapeste, na Hungria. Dick foi acometido pela covid-19 e não resistiu. Até esta quinta-feira (26), o Reino unido registrou 9.574 casos e 465 mortes pelo novo coronavírus.

Sua morte foi comentada por autoridades britânicas nas redes sociais. O secretário de Estado para Saúde e da Assistência Social do Reino Unido, Matt Hancock, escreveu que Dick exemplificava o melhor do serviço público: “Dedicado, criativo e considerativo. Uma perda triste, muito cedo. Minhas condolências a sua família e amigos”, disse. Os dois trabalharam juntos na Secretaria da Cultura britânica.

O chefe do serviço diplomático do Reino Unido, Sir Simon McDonald, lamentou: “Steven Dick era um homem adorável; ele se juntou ao Ministério das Relações Exteriores em 2008. Um de seus muitos amigos aqui prestaram tributo a um colega “caloroso, perspicaz e fortemente leal”. Ele tinha potencial para ser um diplomata excepcional, mas ontem o coronavírus o ceifou.”

A publicação foi seguida por inúmeros relatos de colegas de trabalho de Steven Dick. As informações são do Jornal do Commercio.

Maria Lígia Barros, do Jornal do Commercio | Rede Nordeste

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