Connect with us

Economia

COVID-19 reduz renda de 77% dos mais pobres e dos 26% dos mais ricos no Brasil, diz pesquisa

Publicado

dia

© Folhapress / Paulo Paiva/Agif
Quer receber notícias do Ijuí Notícias pelo whatsapp? Clique aqui

Uma pesquisa feita pelo DataPoder360 divulgada neste sábado (18) mostrou que 77% das pessoas que não possuem salário fixo ou que estão desempregadas tiveram renda reduzida como resultado da crise econômica causada pela pandemia da COVID-19.

Segundo a publicação, os dados mostram que quanto mais baixa a inserção econômica do entrevistado, maior tem sido o impacto na sua renda durante a pandemia.

 

Somente 15% dos desempregados e sem salário fixo disseram não ter tido a renda prejudicada e 8% não souberam responder.

Já entre os mais ricos, 26% das pessoas que recebem mais de dez salários mínimos (equivalente a R$ 10.450) afirmaram que sofreram impacto econômico por causa da pandemia e 71% disseram estar mantendo suas receitas inalteradas neste período e 4% não souberam responder.

No levantamento nacional, foram entrevistadas 2.500 pessoas de 512 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%.

 

Ao todo, a pesquisa mostra que 63% dos brasileiros tiveram o salário ou a fonte de renda prejudicada, 31% não tiveram e 6% não souberam responder.

Home Office é mais presente entre mais ricos
Outro aspecto monitorado pela pesquisa são possíveis alterações na rotina de trabalho do brasileiro. Segundo o levantamento, os mais ricos foram os que tiveram uma mudança maior e mais adequada às orientações contra a COVID-19.

 

De acordo com os dados, 80% entre os brasileiros que recebem de cinco a dez salários mínimos e 70% dos que recebem mais de dez salários mínimos puderam trabalhar em casa durante o período de quarentena.

Entre a parcela da população com renda menor, o percentual dos que mudaram a rotina de trabalho cai para 36%, ante 43% dos que disseram não ter passado a trabalhar em home office.

Leia também:  Coronavírus: Em 25 cidades, RS já registra 84 casos de coronavírus (Atualizado em 22.03)

 

Pessoas nas faixas médias de renda também tiveram menos mudanças na forma de trabalhar. Entre os que recebem até dois salários mínimos, 53% mudaram a rotina e entre os que recebem de dois a cinco salários, foram 56%.

No total, 40% dos brasileiros disseram ter passado a trabalhar em casa, 46% disseram não ter tido a rotina alterada.

//Sputniknews

Continue lendo
Patrocinado
Clique para comentar

DEIXE SEU COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Litro da gasolina sobe R$ 0,15 nas refinarias da Petrobras

Publicado

dia

Por

Foto: Agência Brasil
Quer receber notícias do Ijuí Notícias pelo whatsapp? Clique aqui

A Petrobras reajustou o preço médio do litro da gasolina vendida nas refinarias em R$ 0,15. O novo valor será de R$ 1,98 para as revendedoras e entrará em vigência a partir desta terça-feira (19). O preço final aos motoristas dependerá de cada posto de combustíveis, que tem suas próprias margens de lucro, além do pagamento de impostos e custos com mão de obra.

“Os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, desta maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo. No ano de 2020, o preço médio da gasolina comercializada pela Petrobras atingiu mínimo de R$ 0,91 por litro”, esclareceu a companhia.

 

Segundo a Petrobras, dados do Global Petrol Prices, referentes ao último dia 11, indicavam que o preço médio ao consumidor de gasolina no Brasil era o 52º mais barato dentre 165 pesquisados, estando 21,6% abaixo da média de US$ 1,05 por litro.

 

De acordo com levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), feito na semana entre os dias 10 e 16 de janeiro, o litro médio da gasolina comum no país custava R$ 4,572; o do diesel, R$ 3,685; o do etanol, R$ 3,202, e o botijão de 13 kg, R$ 76,50.

 

O Sul

Continue lendo

Economia

Gás de cozinha pode chegar a R$ 200 este ano

Publicado

dia

Por

Quer receber notícias do Ijuí Notícias pelo whatsapp? Clique aqui

O presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de Gás Liquefeito do Petróleo (Asmirg), Alexandre Borjaili, afirmou que o gás de cozinha poderá chegar a R$ 200 reais este ano. Porém, o preço pode também variar de R$ 150 a R$ 200. A informação é do portal Metrópoles.

Na entrevista, ele criticou o constante aumento do preço do Gás Liquefeito do Petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha e vendido para as distribuidoras pela Petrobras. Em menos de 15 dias deste ano, a Petrobras já aumentos o preço do GLP. Já o reajuste anterior a este aconteceu no inicio de dezembro.

“Se persistirem esses aumentos consecutivos, sem limites, a previsão é de que o gás de cozinha chegue logo a R$ 150. Vai ser um pulo. Já para chegar a R$ 200 depende dessa política de preços”, estima.

 

Por enquanto, o brasileiro deve preparar o bolso para pagar, em média, R$75,04 por um botijão de 13 kl. É o que aponta os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atualizados nessa segunda-feira (11). Nos preços mais altos, o custo do botijão de 13 kl pode chegar a R$ 105.

Aumentos constantes do gás de cozinha

O GLP acumulou alta de 21,9% ou R$ 6,08 por botijão em 2020. Isso contando apenas com o preço repassado as distribuidoras pela Petrobras. Ou seja, a alta para o consumidor final pode ter sido ainda maior.

A Petrobras revende para as distribuidoras, que compram e repassam o valor, junto com a porcentagem, dos seus lucros, para o consumidor final.

Hoje, GLP é vendido pela petroleira estatal a distribuidoras, com um botijão de 13 kg por R$ 35,98. Antes do reajuste, o valor era de R$ 33,89 por 13 kg. Ou seja, o gás subiu R$2 com a nova mudança da estatal. O valor médio pago pelo consumidor final é mais que o dobro: R$75.

Leia também:  Câmara aprova auxílio de R$ 600 para pessoas de baixa renda durante epidemia

 

“Os ministros de Minas e Energia e da Economia prometeram publicamente que o preço do gás iria cair até 40% ou 50%, mas, desde então, o valor só sobe – e não há qualquer previsão de redução”, lembra Borjaili.

“Pelo contrário, o que temos são aumentos consecutivos. A Petrobras não passa um mês sem aumentar ao menos 5% do combustível [vendido às refinarias] e, alinhado a isso, tem o aumento dos estados via ICMS”, completa.

Para Borjaili a situação é um desrespeito à população mais vulnerável.
“Nós vendemos em média 35 milhões de botijões de gás todo mês. O país tem 15 milhões das famílias no Bolsa Família que vivem com uma renda per capita de até R$ 87. Então, nem gás podem comprar”, diz Borjaili. “Não é a classe A que precisa do gás de cozinha. Quem precisa é quem tem que fazer arroz, feijão, mingau todos os dias”, finaliza.

 

Fonte: Notícias concursos

 

Continue lendo

Bairros

Busca em recuperação da gigante cotrijuí de Ijuí

Publicado

dia

Por

Foto: Executivo de Ijuí
Quer receber notícias do Ijuí Notícias pelo whatsapp? Clique aqui

A COTRIJUÍ já acumulou muitos recordes na sua área de atuação, foi durante décadas uma referência que levou o nome do município para além fronteiras.

 

A ACAISC – Associação de Credores e Amigos Interessados no Soerguimento da Cotrijuí, visitou o governo municipal para apresentar a situação e buscar apoio institucional que visa a recuperação dessa gigante ijuiense.

 

Estiveram na reunião com o prefeito, os senhores Edson Burmann, Paulo Veiga, Rui Stragliotto, Romeu Michael, Francisco de Lima e Francisco Kinalski

Continue lendo

Newsletter

Receba as Notícias do site direto em seu email! Cadastre-se gratuitamente:
Patrocinado

Mais lidas da semana

O conteúdo do Ijuí Notícias Agora é protegido. Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção.