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Mundo

Embaixador britânico morre aos 37 anos vítima de coronavírus

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Embaixador britânico morre vítima de coronavírus aos 37 anos (Foto: Reprodução)

Até esta quinta-feira (26), o Reino unido registrou 9.574 casos e 465 mortes pela covid-19

Morreu nessa terça-feira (24), aos 37 anos, o diplomata Steven Dick, chefe da missão britânica em Budapeste, na Hungria. Dick foi acometido pela covid-19 e não resistiu. Até esta quinta-feira (26), o Reino unido registrou 9.574 casos e 465 mortes pelo novo coronavírus.

Sua morte foi comentada por autoridades britânicas nas redes sociais. O secretário de Estado para Saúde e da Assistência Social do Reino Unido, Matt Hancock, escreveu que Dick exemplificava o melhor do serviço público: “Dedicado, criativo e considerativo. Uma perda triste, muito cedo. Minhas condolências a sua família e amigos”, disse. Os dois trabalharam juntos na Secretaria da Cultura britânica.

O chefe do serviço diplomático do Reino Unido, Sir Simon McDonald, lamentou: “Steven Dick era um homem adorável; ele se juntou ao Ministério das Relações Exteriores em 2008. Um de seus muitos amigos aqui prestaram tributo a um colega “caloroso, perspicaz e fortemente leal”. Ele tinha potencial para ser um diplomata excepcional, mas ontem o coronavírus o ceifou.”

A publicação foi seguida por inúmeros relatos de colegas de trabalho de Steven Dick. As informações são do Jornal do Commercio.

Maria Lígia Barros, do Jornal do Commercio | Rede Nordeste

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Economia

COVID-19 reduz renda de 77% dos mais pobres e dos 26% dos mais ricos no Brasil, diz pesquisa

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© Folhapress / Paulo Paiva/Agif

Uma pesquisa feita pelo DataPoder360 divulgada neste sábado (18) mostrou que 77% das pessoas que não possuem salário fixo ou que estão desempregadas tiveram renda reduzida como resultado da crise econômica causada pela pandemia da COVID-19.

Segundo a publicação, os dados mostram que quanto mais baixa a inserção econômica do entrevistado, maior tem sido o impacto na sua renda durante a pandemia.

 

Somente 15% dos desempregados e sem salário fixo disseram não ter tido a renda prejudicada e 8% não souberam responder.

Já entre os mais ricos, 26% das pessoas que recebem mais de dez salários mínimos (equivalente a R$ 10.450) afirmaram que sofreram impacto econômico por causa da pandemia e 71% disseram estar mantendo suas receitas inalteradas neste período e 4% não souberam responder.

No levantamento nacional, foram entrevistadas 2.500 pessoas de 512 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%.

 

Ao todo, a pesquisa mostra que 63% dos brasileiros tiveram o salário ou a fonte de renda prejudicada, 31% não tiveram e 6% não souberam responder.

Home Office é mais presente entre mais ricos
Outro aspecto monitorado pela pesquisa são possíveis alterações na rotina de trabalho do brasileiro. Segundo o levantamento, os mais ricos foram os que tiveram uma mudança maior e mais adequada às orientações contra a COVID-19.

 

De acordo com os dados, 80% entre os brasileiros que recebem de cinco a dez salários mínimos e 70% dos que recebem mais de dez salários mínimos puderam trabalhar em casa durante o período de quarentena.

Entre a parcela da população com renda menor, o percentual dos que mudaram a rotina de trabalho cai para 36%, ante 43% dos que disseram não ter passado a trabalhar em home office.

Leia também:  Lei que cria auxílio de R$ 600 é publicada no ‘Diário Oficial da União’

 

Pessoas nas faixas médias de renda também tiveram menos mudanças na forma de trabalhar. Entre os que recebem até dois salários mínimos, 53% mudaram a rotina e entre os que recebem de dois a cinco salários, foram 56%.

No total, 40% dos brasileiros disseram ter passado a trabalhar em casa, 46% disseram não ter tido a rotina alterada.

//Sputniknews

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Mundo

Mulher declarada morta é salva após se mexer dentro de saco em funerária no Paraguai

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Vítima "ressuscitou" antes da aplicação de formol em seu corpo. Foto: Reprodução

Uma mulher de 46 anos “ressuscitou” após ter sido declarada morta em uma clínica de Coronel Oviedo, no Paraguai, no último sábado (11). Gladys Rodríguez precisou ser encaminhada às pressas a um hospital, onde se encontra em estado grave, mas estável. As informações são do portal de notícias “ABC Color”.

 

Tudo começou quando Gladys, que sofre de câncer no ovário, teve pressão alta e passou mal. Ela foi levada pelo marido a um centro médico, mas o quadro se agravou e, três horas, foi declarada morta pelo médico que a atendeu, foi identificado como Heriberto Vera.

O marido da “vítima”, Maximino Duarte Ferreira, e a filha, Sandra Duarte, relataram que já estavam se preparando para o enterro de Gladys. Mas de repente, funcionários da funerária para onde o corpo foi levado encontraram a mulher se mexendo dentro do saco para cadáveres onde tinha sido colocada.

 

“Ele (o médico) achou que ela estivesse morta e me entregou o corpo nu dela para mim, como se fosse um animal, sem atestado de óbito”, contou o marido a uma emissora local. A descoberta de que Gladys estava viva foi feita pouco antes do início da aplicação de formol – usado para conservar o corpo.

De acordo com o “ABC Color”, a família prestou queixa à polícia.

O Sul

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Mundo

Facebook vai avisar quem interagir com informações falsas sobre o coronavírus

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Foto: Reprodução/Facebook (Foto: Reprodução/Facebook)

O Facebook anunciou nesta quinta-feira (16) uma nova ferramenta para evitar o compartilhamento de informações falsas sobre o novo coronavírus. Usuários que tiverem interação com postagens com boatos sobre a pandemia serão notificados.

 

De acordo com a rede social, o sistema de avisos começará a funcionar nas próximas semanas. “Queremos conectar pessoas que possam ter interagido com informações prejudiciais ​​sobre o vírus com a verdade de fontes oficiais”, disse a empresa em comunicado.

 

O Facebook também vai conectar as pessoas com informações checadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) que mostram uma lista de mensagens falsas sobre a Covid-19 disseminadas na internet.

O Sul

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