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Espanha tem 738 mortos em um dia e supera óbitos da China por novo coronavírus

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Foto: Baldesca Samper / AFP

Total de fatalidades no país soma 3.434, enquanto os casos confirmados aumentam

A Espanha superou o número de mortes registradas na China em decorrência do novo coronavírus, com 3.434 vítimas fatais desde o início do surto, sendo 738 delas no último dia, segundo dados fornecidos nesta quarta-feira pelo ministério da Saúde. Fernando Simón, diretor de Alertas de Saúde, iniciou sua entrevista coletiva diária destacando que o percentual de aumento de infecções foi de 20% (ao todo, 47.610), em linha com os dias anteriores, com a Catalunha liderando os novos casos de Covid-19. Apenas a Itália apresenta um balanço mortal superior.

José Ángel González, diretor operacional da Polícia Nacional, fala sobre 55 pessoas presas nos últimos dias, 484 no total desde que o estado de alarme foi decretado. Em relação às fronteiras, normalidade, com 315 recusas de entrada e 6.051 veículos controlados. Também houve 4 recusas em entrar no aeroporto de Madri. Fale sobre um ginásio clandestino em Alicante ou um bar aberto nas Ilhas Canárias.

Hoje, um juiz obrigou a Comunidade de Madri a fornecer todos os médicos da região em 24 horas a todos os tipos de equipamentos médicos, como aventais à prova d’água, máscaras FPP2, máscaras FPP3, óculos e grandes recipientes para lixo.

A medida ocorreu depois que um funcionário do metrô por problemas decorrentas do vírus SARS-Cov-2, que é o segundo trabalhador morto pela doença na empresa. Este é um trabalhador de 59 anos designado para o departamento de Engenharia nas instalações suburbanas de Canillejas e que foi coordenador do Despacho de Cargas.

Como prevenir o contágio do novo coronavírus 

De acordo com recomendações do Ministério da Saúde, há pelo menos cinco medidas que ajudam na prevenção do contágio do novo coronavírus:

Leia também:  Paranaense pode pegar pena de morte por tráfico de drogas no Catar

• lavar as mãos com água e sabão ou então usar álcool gel.

• cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir.

• evitar aglomerações se estiver doente.

• manter os ambientes bem ventilados.

• não compartilhar objetos pessoais.

 

*Fonte: Correio do Povo

 

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Casos de coronavírus disparam e Rússia vai fechar todas as fronteiras

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Praça Vermelha em Moscou, na Rússia. Foto: Carlos Machado / Rádio Guaíba

País registrou crescimento de 228 casos confirmados em 24 horas

A Rússia fechará todas suas fronteiras na próxima segunda-feira, afirmou neste sábado o governo, intensificando as restrições depois de o país relatar um maior crescimento em um dia em casos do novo coronavírus.

As autoridades disseram que registraram até agora 1.264 casos confirmados, crescimento de 228 em 24 horas, e ordenaram que todos os pontos de acesso por carro, trem e a pé, assim como as fronteiras marítimas do país, fossem fechados a partir de segunda-feira.

A Rússia já havia colocado no chão todos seus voos internacionais e declarou que não haverá trabalho na próxima semana, o que não se aplica a funcionários de negócios essenciais, como farmácias e supermercados, em uma tentativa de limitar a disseminação do vírus.

Comércio não funcionará

Moscou, a área mais afetada da Rússia, fechou até 5 de abril todos seus cafés, restaurantes e lojas, exceto as que vendem comidas e remédios.

Sergei Sobyanin, prefeito de Moscou, pediu que os moradores fiquem em casa durante o feriado prolongado anunciado pelo presidente Vladimir Putin, semana passada.

Em carta aos usuários de sites de Moscou, Sobyanin afirmou que o feriado de uma semana tem que ser levado a sério. “Não é um feriado extra, mas uma medida-chave para lutar contra a disseminação do coronavírus”, explicou.

FONTE:  Agência Brasil / Correio do Povo

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Mãe conta como adolescente francesa de 16 anos morreu de quadro fulminante da Covid-19

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CMSRC / Wikimedia

A angústia dos franceses aumenta com a morte de uma adolescente de 16 anos, Julie, vítima do novo coronavírus. Ela morreu na terça-feira (24) no Hospital Necker de Paris, especializado em doenças infantis, 24 horas depois de ser hospitalizada com insuficiência respiratória.

Julie, moradora de Essone, subúrbio ao sul da capital, era saudável até desenvolver a Covid-19. Ela não tinha outras patologias conhecidas, segundo a família, e é a primeira menor a morrer na França desde o início da pandemia.

“Nunca teremos uma resposta”, diz Sabine, mãe da adolescente. “É um choque perder um filho, a vida perde o sentido, mas temos a obrigação de continuar“, afirma inconsolável. Ela não se conforma que médicos e autoridades continuem a afirmar que os jovens não morrem dessa doença.

Em entrevista ao jornal Le Parisien, a irmã de Julie, Manon, alerta que “ninguém é invencível perante esse vírus mutante”. Ela e a mãe estão confinadas em casa.

Manon conta que Julie tinha uma tosse leve até a semana passada. Mas os sintomas se agravaram no fim de semana, quando ela desenvolveu uma secreção intensa nas vias respiratórias e começou a perder o fôlego.

Na segunda-feira (23), a adolescente fez uma consulta com um clínico geral, o médico de referência no sistema público de saúde, que constatou o comprometimento dos brônquios. “Ela não tinha outras doenças”, garante a irmã.

Dois testes negativos

No mesmo dia, a jovem foi hospitalizada em uma unidade de Essone. Um teste diagnóstico da Covid-19 foi realizado. Mas antes da obtenção do resultado, os sintomas se agravaram e Julie foi transferida, durante a madrugada, para o Hospital Necker, no 15° distrito de Paris.

Dois novos testes foram feitos no Necker e deram negativo, conta a mãe da adolescente. Julie permaneceu internada sem assistência respiratória. Porém, um telefonema do primeiro hospital revelou que o primeiro teste realizado em Julie deu positivo. Os médicos do Necker imediatamente colocaram a menor sob ventilação, mas seus pulmões não resistiram.

Leia também:  Embaixador britânico morre aos 37 anos vítima de coronavírus

Quando a mãe e a irmã da menor chegaram ao hospital parisiense, já era tarde demais. Julie tinha morrido. “Foi violento. Tivemos tempo de vê-la, mas depois tudo aconteceu muito rápido. Por causa das circunstâncias da epidemia, o protocolo para o enterro é muito rigoroso. Sei que é complicado, mas um pouco mais de humanidade é necessário“, disse Sabine, muito abalada com a perda da filha.

O corpo da adolescente será sepultado na próxima segunda-feira, na presença de no máximo dez pessoas, como prevê um decreto do governo. Os amigos da adolescente previram uma homenagem na escola no dia 4 de maio, quando está inicialmente prevista a volta às aulas. Eles pretendem construir um memorial, fazer um minuto de silêncio e uma marcha branca e vermelha. Segundo uma colega de classe, o branco é uma referência ao bom humor de Julie, enquanto o vermelho era a cor preferida da estudante.

// RFI

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Embaixador britânico morre aos 37 anos vítima de coronavírus

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Embaixador britânico morre vítima de coronavírus aos 37 anos (Foto: Reprodução)

Até esta quinta-feira (26), o Reino unido registrou 9.574 casos e 465 mortes pela covid-19

Morreu nessa terça-feira (24), aos 37 anos, o diplomata Steven Dick, chefe da missão britânica em Budapeste, na Hungria. Dick foi acometido pela covid-19 e não resistiu. Até esta quinta-feira (26), o Reino unido registrou 9.574 casos e 465 mortes pelo novo coronavírus.

Sua morte foi comentada por autoridades britânicas nas redes sociais. O secretário de Estado para Saúde e da Assistência Social do Reino Unido, Matt Hancock, escreveu que Dick exemplificava o melhor do serviço público: “Dedicado, criativo e considerativo. Uma perda triste, muito cedo. Minhas condolências a sua família e amigos”, disse. Os dois trabalharam juntos na Secretaria da Cultura britânica.

O chefe do serviço diplomático do Reino Unido, Sir Simon McDonald, lamentou: “Steven Dick era um homem adorável; ele se juntou ao Ministério das Relações Exteriores em 2008. Um de seus muitos amigos aqui prestaram tributo a um colega “caloroso, perspicaz e fortemente leal”. Ele tinha potencial para ser um diplomata excepcional, mas ontem o coronavírus o ceifou.”

A publicação foi seguida por inúmeros relatos de colegas de trabalho de Steven Dick. As informações são do Jornal do Commercio.

Maria Lígia Barros, do Jornal do Commercio | Rede Nordeste

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