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Policia

Facção cita ijuienses ao assassinar homem em Cruz Alta

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Um homem foi encontrado morto por volta das 17h30 de hoje em Cruz Alta. O corpo estava em estado de decomposição.

Em um vídeo que a polícia teve acesso, membros da facção Os Manos, após assassinar o homem a tiros, gravaram outro integrante do grupo tentando decapitar a vítima morta, com diversos golpes de facão.
No vídeo, o homem que estava gravando as imagens dizia: “Olha o que acontece com os ‘cara’ do Medina (se referindo a Felipe Rolim, considerado um dos comandantes da facção Bala na Cara em Ijuí), vão morrer desse jeito. O Morgana, o Moranga, vão morrer ‘tudo’ desse jeito. É 14 18 12 (se referindo a numerologia usada pelo grupo criminoso Os Manos). Isso que acontece com quem vai vir contra nós. Vão perder cabeça. Cabeças vão rolar”, disse o homem enquanto o outro tentava decapitar a vítima.
Os envolvidos cuidaram para não expor seus rostos nas imagens. Uma figura de caveira foi colocada sobre o homem que desferia os golpes de facão.

Há a suspeita de que a vítima seja um ijuiense de 24 anos. Ele está desaparecido desde a quinta-feira, conforme registro de ocorrência. A comprovação virá através de exame de necropsia que acontece nesta segunda-feira.

Por: Leonardo Carlini

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Ijuí

PRF prende foragido em Ijuí na BR 281

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Foto: PRF

 

A Polícia Rodoviária Federal prendeu um foragido na tarde deste domingo (12), na BR 285, em Ijuí, por condenação pelo Estado do Mato Grosso.

Por volta das 14h30, na BR 285, durante atividade de combate à criminalidade, os PRFs abordaram um automóvel Gol emplacado em Ijuí, que não portava a placa dianteira.

Durante a fiscalização, ao identificar o condutor do carro, os policiais descobriram que ele estava foragido da justiça do Estado do Mato Grosso. O homem de 26 anos, natural daquele estado, tem condenação por Associação Criminosa e Associação para o tráfico pelo Poder Judiciário do Estado do Mato Grosso.

O motorista foi conduzido preso para a polícia judiciária e posteriormente encaminhado à Penitenciária Modulada de Ijuí.

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Ijuí

Brigada Militar Prende Homem por Tráfico de Entorpecentes em Ijuí

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No início da noite chuvosa e fria de hoje (07/07/2020) a Brigada Militar de Ijuí recebeu novas denúncias da comunidade, de que estaria ocorrendo a comercialização de entorpecentes no Bairro Getúlio Vargas.

Uma guarnição da Força Tática, deslocou até a Rua João Batista Boss, onde abordou um cidadão em atitude suspeita. O indivíduo foi identificado como sendo um homem de 21 anos, natural de ijuí, com antecedentes criminais por entorpecente posse, tráfico de drogas, resistência desobediência.

Durante a busca pessoal, foi localizado em seu bolso 55 gramas de maconha já fracionadas prontas para serem comercializadas. Ao ser indagado relatou que teria mais porções guardadas, sendo entregue ao policiais mais 160g da mesma droga.

Por fim os policias deram voz de prisão ao acusado, sendo encaminhado à UPA para exames clínicos de saúde posteriormente apresentado na Delegacia de Polícia juntamente com a droga apreendida, onde foi lavrado o flagrante pelo tráfico de entorpecentes.

Fonte: 29ºBPM/IJUÍ-RS

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Policia

”Foi uma monstruosidade”, diz professora de menina de 12 anos morta no sul do Estado

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Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal
Ana Carolina Moraes havia completado 12 anos há menos de um mês. Andava com top no cabelo castanho ondulado, ainda brincava de bonecas e era apaixonada pelo cãozinho da raça shih tzu. Aluna da turma 62 cursava o 6º ano da Escola Média Estadual Jacinto Inácio, e quase não saia de casa. Natural de Bagé, na Campanha, há um ano vivia em Santana da Boa Vista, no Sul, com a mãe e o padrasto.
No final da manhã desta quarta-feira (10), o destino da garota teve um desfecho trágico a poucos metros de casa. A menina foi morta a meia quadra de onde vivia, e o corpo foi encontrado machucado na residência de um vizinho. Doglas de Oliveira, 29 anos, foi detido em flagrante e está com prisão preventiva solicitada à Justiça. A Polícia Civil investiga os crimes de feminicídio qualificado por asfixia e estupro de vulnerável. Investigadores aguardam o laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) para confirmar a causa da morte da menina. Ana Carolina foi sepultada na manhã desta quinta-feira (11) na cidade natal.
No dia do crime, pouco antes das 11h, a menina havia ido até a casa do suspeito falar com a costureira, mãe dele, mas ela não estava. Minutos depois, a mãe da garota foi com uma vizinha até a casa saber da filha. Ambas gritaram na porta pelo nome da menina e não foram atendidas. Insistiram até que Oliveira abriu e disse que a garota não estava ali. Desconfiaram e chamaram a Brigada Militar. Quando os policiais chegaram, a mãe encontrou o corpo de Ana Carolina dentro de um roupeiro. O Serviço Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado para tentar reanimá-la.
À frente da investigação, a delegada Débora Dias afirma que a menina e o suspeito não tinham nenhuma relação de convívio. Oliveira tinha antecedentes por ato obsceno e duas ocorrências por ameaça. Em depoimento, manteve-se calado. Depois, foi encaminhado ao Presídio Estadual de Caçapava do Sul.

 

— A família disse que tudo aconteceu em 15 minutos, que ele teria agido muito rápido. Vamos continuar ouvindo outras pessoas para traçar o perfil do comportamento dele. Embora nunca tenha sido preso, tinha histórico de comportamento agressivo. Era solteiro e morava com a mãe. Este é um tipo de crime extremamente chocante, que abala qualquer ser humano, mas em uma comunidade menor, o impacto é ainda maior — afirma a delegada.

 

A cidade de 8 mil habitantes vive o luto e a revolta. Pouco depois de o crime vir à tona, a comunidade protestou em frente à delegacia e integrantes da Escola Jacinto Inácio organizaram uma manifestação com uma faixa preta. Professoras e vizinhos da menina ouvidas por GaúchaZH descrevem Ana Carolina da mesma forma: meiga, educada, gentil e uma garota que ainda guardava todos os traços e comportamentos de uma criança.
— Não tem como explicar a dor que a cidade inteira eA menina havia se mudado para a cidade com a família em junho de 2019 devido à transferência de trabalho do padrasto. Era comum vê-la brincando dentro do pátio, em uma casa segura, com câmeras e alarme.
— O trauma é grande. Era uma criança muito dócil, que adorava culinária, ia para cozinha, fazia brigadeiro, cuidava da mãe, fazia trabalhos manuais. Era vaidosa, bordava as roupas dela. Era só uma menina — afirma a vizinha, professora Naura Rosane Figueiredo, 57 anos.
Na descrição de pessoas próximas, mãe e filha eram inseparáveis. As professoras não lembram de ver Ana Carolina chegando sozinha na escola ou circulando sem companhia na rua. Na patinação e no pilates, a menina estava sempre acompanhada.
— A mãe era muito cuidadosa, levava e trazia todos os dias para a escola. Uma mulher doce que vivia para filha. Nunca vi essa criança andando sozinha na rua. Aqui é uma cidade calma, todo mundo se conhece. Essa barbárie chocou todo mundo. Com top na cabeça, ela parecia uma boneca. Não conseguimos dormir. Não consigo mais enxergar a casa onde isso aconteceu, é um crime tão bárbaro, só queria tirar essa dor de dentro de mim — afirma Rosemere Oliveira Freitas, 47 anos, vizinha da garota.
Fonte: Gaúcha ZH

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