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Faculdade Eficaz tem unidade nos EUA para capacitar brasileiros*

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Créditos: VH Assessoria
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Todos os anos, aproximadamente 15 mil brasileiros migram para os Estados Unidos e atualmente há mais de um milhão de brasileiros vivendo no país norte americano, segundo o Itamaraty. A terra do Tio Sam ocupa o primeiro lugar na preferência de quem quer deixar o Brasil para construir uma carreira fora ou ter uma vida financeiramente mais estável. É difícil traçar um perfil exato das pessoas que saem daqui buscando oportunidades fora, mas o Censo 2000 dos Estados Unidos mostrou que 34,5% dos brasileiros tinham completado quatro ou mais anos de faculdade, enquanto o número correspondente para a população norte-americana em geral é de apenas 24,4%. No entanto, embora efetivamente muitos imigrantes brasileiros nos Estados Unidos tenham formação universitária, a maioria deles não conseguem empregos bem remunerados porque os Estados Unidos não reconhece as qualificações – e também porque a boa parte não fala inglês. Pensando nesse nicho, a Faculdade Eficaz se associou a outras duas instituições para criar uma instituto para capacitar brasileiros em terras americanas.

“Nosso objetivo é capacitar imigrantes para o mercado de trabalho americano, para que eles possam deixar de prestar serviços apenas manuais e operacionais e ocupar postos mais valorizados. A ideia, também, é trazer o sentimento de pertencimento dos brasileiros dentro da instituição, de modo que nós possamos dar suporte e acompanhá-los dentro do que for possível”, diz a diretora geral da Faculdade Eficaz e sócia do Synergy Education Institute, Amanda Chaves. Localizada em Maringá, no noroeste do Paraná, a Eficaz é referência em ensino técnico no Estado.

Idealizada por brasileiros, foco no mercado americano

Em Pompano Beach, a 40 milhas ao norte de Miami, o Synergy Education Institute surgiu da união entre Faculdade Eficaz, a escola de fotografia Visual Arts e a escola de inglês NeWork Institute, com objetivo de atender a comunidade brasileira e hispânica nos Estados Unidos. A instituição é idealizada por brasileiros, oferece educação para imigrantes com aulas em português e espanhol, mas é totalmente focada no mercado de trabalho norte-americano. Para isso, conta conta com cursos de inglês, graduação e pós-graduação, além de cursos profissionalizantes e ensino médio.

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Os cursos profissionalizantes são ministrados em Língua Portuguesa ou Espanhol, na modalidade híbrida (aulas presenciais e online), garantindo ao aluno acesso a uma habilitação de alto nível, devidamente reconhecida pelo MEC, com flexibilidade de horário e preços acessíveis. Já são mais de 14 anos de experiência assumindo o compromisso de ajudar imigrantes na construção de carreiras.

Da construção civil ao audiovisual

Conhecido historicamente como o setor que mais emprega imigrantes brasileiros no Estados Unidos, a construção civil é um dos pilares do Synergy Education Institute. Cursos técnicos de hidráulica residencial e predial, de eletricidade, luminotécnica e de execução de obras, por exemplo, são capazes de “dar um up na carreira” por meio da qualificação, capaz de tornar o imigrante um profissional disputado no mercado, com salários até três vezes maior do que o de alguém que não tem essa base.

“A construção civil e a área de limpeza e manutenção empregam muitos brasileiros. Mas há uma diversidade de áreas em que eles também se destacam, como a área de cuidados com a beleza, vendas… e, claro, aqueles que falam inglês saem na frente”, diz Valíria Mattos, sócia e diretora da escola americana.

Foi essa certeza que atraiu o casal Mariana (33) e Maurício Maia (36) para as salas de aula. Naturais de Campinas (SP), no Brasil, ela era secretária de escola e ele engenheiro mecânico. Há quase um ano e meio embarcaram para os Estados Unidos para tentar melhorar a vida financeira, mas não entendiam praticamente nada em inglês. Em terras norte americanas, Mariana passou a trabalhar como manicure e o marido instalando portas e janelas. “Em quase tudo precisávamos de ajuda, por isso decidimos entrar para a escola. Hoje meu marido já consegue se comunicar com os americanos, entende o que os clientes estão falando e agora conseguimos nos virar”, conta Mariana. Com a fluência, mais do que a independência, ela também aposta em um aumento na renda. “Pegando serviços direto com os americanos, você consegue ganhar mais”.

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Atualmente, a instituição oferece diversos cursos profissionalizantes na área de fotografia e produção audiovisual, profissões altamente requisitadas com o advento das redes sociais — que ganharam ainda mais projeção durante o período de isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus.

Entre os cursos de graduação estão Recursos Humanos, Processos Gerenciais, Administração, Pedagogia e Letras Libras, outra especialidade da Faculdade Eficaz, que é referência no Brasil no ensino da língua de sinais. Quem já possui diploma de graduação e quer virar especialista, encontra diversas opções nos segmentos de educação e gestão.

Outro destaque a grade de cursos é o Encceja – Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, direcionado aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada para cada nível de ensino. “Muitos brasileiros chegam adolescentes aos Estados Unidos, já começam a trabalhar e abandonam os estudos. O Encceja é uma ótima opção para quem quer finalizar o Ensino Médio brasileiro e partir para o superior ou técnico”, explica Amanda.

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Terremoto na Indonésia deixa pelo menos 35 mortos

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Milhares de pessoas tiveram que deixar suas casas após o tremor na ilha de Sulawesi Foto: Pixabay
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Um terremoto de 6,2 graus de magnitude atingiu nesta sexta-feira (15) a ilha de Sulawesi, na Indonésia. Pelo menos 35 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas, segundo o governo local.

Milhares de pessoas tiveram que deixar as suas casas após o tremor. O governo do país afirmou que dezenas de residências, dois hotéis e um prédio público ficaram severamente danificados.

O epicentro do terremoto ocorreu a 18,4 quilômetros de profundidade e a seis quilômetros da cidade de Majene, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que monitora a atividade sísmica pelo mundo.

A agência meteorológica da Indonésia alertou para o risco de tremores secundários, fortes o suficiente para produzirem um tsunami. O país localiza-se na região conhecida como Círculo de Fogo do Pacífico, com intensa atividade sísmica devido ao encontro entre placas tectônicas.

O Sul

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Americanos devem começar, na terça, a tomar vacina da Pfizer

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Foto: BioNTech/Divulgação
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Decisão da FDA (Food and Drug Administration) é para uso emergencial. Profissionais de saúde devem ser os primeiros imunizados contra a Covid

A FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos Estados Unidos, emitiu nessa sexta, a autorização de uso de emergencial para a vacina da Pfizer contra a Covid-19. A decisão define o cenário para que os primeiros americanos sejam imunizados fora dos testes clínicos, já na segunda ou terça-feira, com profissionais da saúde entre os primeiros da fila.

A liberação rápida da vacina era amplamente esperada depois que um painel de conselheiros especialistas do FDA na quinta-feira endossou o uso de emergência para ajudar a conter uma pandemia que já matou mais de 285 mil pessoas nos país.

A Pfizer pediu que a vacina, desenvolvida com a parceira alemã BioNTech, seja aprovada para uso em pessoas de 16 a 85 anos de idade.

As empresas disseram no mês passado que um regime de duas doses da vacina se mostrou 95% eficaz na prevenção da Covid-19. Dados detalhados divulgados em documentos da FDA antes da reunião do painel consultivo mostraram que a vacina começou a proteger os receptores antes mesmo de eles receberem uma segunda dose.

O Reino Unido aprovou a vacina Pfizer/BioNTech na semana passada e iniciou um programa de imunização em massa na terça-feira. O Canadá também autorizou a vacina com inoculações previstas para começar na próxima semana.

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Mundo

Primeira vacina no mundo contra todos os vírus da gripe é criada

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© Foto / Rodrigo Nunes / Divulgação / Ministério da Saúde
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Cientistas norte-americanos revelaram os resultados de testes clínicos preliminares da vacina universal contra gripe, a primeira no mundo. O artigo foi publicado na revista Nature Medicine.

Pesquisadores do Hospital Mount Sinai em Nova York (EUA) realizaram os testes clínicas preliminares da primeira vacina contra uma ampla variedade das estirpes e tipos do vírus da gripe, publicando os resultados do estudo na Nature Medicine.

A nova vacina foi produzida na base da chamada hemaglutinina quimérica (HA), isto é, uma proteína híbrida criada ao juntar genes diferentes, sendo capaz de eliminar a necessidade da revacinação anual.

As vacinas contra a gripe existentes induzem anticorpos neutralizantes dirigidos contra um domínio especial da HA, ou seja, uma proteína na superfície do vírus que ajuda o patógeno a interagir com os receptores da célula, invadindo a mesma. No entanto, este domínio é capaz de sofrer mutações, o que, consequentemente, produz novas estirpes imunes a todas as vacinas existentes.

A vacina quimérica proposta tem como alvo outro domínio da hemaglutinina, que é menos suscetível a mutações, e isso permite neutralizar várias estirpes de vírus.

Durante os testes clínicos da fase 1, com participação de 65 voluntários norte-americanos, os cientistas avaliaram a segurança e a imunogenicidade da vacina. Segundo os resultados, ela pode provocar uma resposta imune forte, que se mantém por pelo menos 18 meses.

Além disso, em comparação com as vacinas comuns utilizadas cada ano, a concentração de anticorpos induzidos pela vacina foi maior, sendo também dirigidos contra várias estirpes do vírus. Agora os cientistas planejam continuar seu estudo, contribuindo para criação de uma vacina universal contra a gripe.

//Sputniknews

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