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Segurança

Força Tarefa dá apoio operacional para casas prisionais que registraram afastamento de efetivo na pandemia

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Créditos: Susepe

O Departamento de Segurança e Execução Penal (Dsep) está seguindo mais um procedimento para a prevenção e mitigação dos danos causados pela Covid-19 no sistema prisional, previsto no plano de contingência da Seapen e da Susepe.

Desde o início de agosto, o Dsep coordena uma Força Tarefa (FT) de apoio formada por servidores oriundos de cada uma das dez regiões penitenciárias do Estado, e de agentes penitenciários do Núcleo de Segurança e Escolta (NSE).
São agentes que se disponibilizaram a preencher a escala em locais onde há um maior número de servidores afastados em razão da pandemia.
“Um dos objetivos principais da FT é a continuidade das atividades diárias nos estabelecimentos prisionais, diante dos afastamentos de servidores, contribuindo na manutenção da segurança e na prevenção contra a pandemia Covid19”, disse Marcelo Martinelli, do Operacional/Dsep.
O superintendente da Susepe, Cesar da Veiga, explicou que o trabalho da FT, que funciona de forma itinerante no RS, é resultado do alinhamento de efetivo, previsto no plano de contingenciamento.

Veiga citou ainda a criação dos centros de triagens regionais, para o período de isolamento como mais um procedimento que visa frear o avanço da pandemia no sistema prisional.
“É uma iniciativa que colabora com este momento atípico. Importante agradecer os delegados penitenciários por disponibilizarem estes servidores e, especialmente, aos servidores que se dispuseram à missão”, destacou o secretário da Seapen, César Faccioli.
A FT permanece, em média, até sete dias na casa prisional onde há necessidade de efetivo. O grupo já atendeu a demanda da Penitenciária Estadual de Montenegro, e, nesta semana, o apoio operacional e de segurança está ocorrendo no Presídio Regional de Passo Fundo.

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Justiça

Pena vai aumentar para que maltratar animais

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O presidente Jair Bolsonaro irá sancionar nesta terça-feira (29), em cerimônia no Palácio do Planalto, o projeto de lei 1095/19 que aumenta o crime para quem maltratar cães e gatos.
A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, defendeu a sanção do projeto de lei, aprovado no dia 09 de setembro no Senado.

O PL é de autoria do deputado Fred Costa (Patriota-MG).
Atualmente, quem maltrata animal é enquadrado no art. 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), com pena de detenção de três meses a um ano de reclusão e multa.
A nova lei modifica a pena e passa para reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de o agressor ser tutor de animais.

Fonte: R7

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Segurança

Caminhoneiro morre após receber descarga elétrica no norte gaúcho

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Fotos: João Victor Lopes/ Rádio Uirapuru

Na manhã desta quinta-feira (24), um caminhoneiro acabou morrendo após receber uma descarga elétrica no interior de Passo Fundo, entre o município e Marau, próximo da localidade de Rondom, Passo do Chinelo.

Segundo informações, o trabalhador puxava silagem para uma empresa e, quando foi descarregar o caminhão VW/31.320, com placa de Marau, acabou atingindo a caçamba em uma rede de alta tensão. Após o veículo tocar nos fios, ele desceu para tentar fazer o trabalho manualmente e tomou uma forte descarga elétrica, de cerca de 13.800 voltz.

O choque foi tão forte que a vítima acabou sendo jogada para longe, cerca de 4 metros de distância do caminhão, e as rodas do veículo chegaram a pegar fogo.

A vítima identificada como Álvaro Narzetti, de 40 anos, de Marau . A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Passo Fundo, que ao chegar no local com ambulância e L200 de apoio, tentou realizar as manobras de reanimação, mas sem sucesso.

A Polícia Civil através da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Passo Fundo e Instituto-Geral de Perícias atendem a ocorrência. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Passo Fundo.

Fonte: Rádio Uirapuru

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Segurança

‘Eu corri atrás dele e não deu tempo’, diz mãe de menino de 4 anos que morreu atropelado em Montenegro

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Cassiel Gass do Bomfim faria 5 anos no domingo (27) — Foto: Arquivo pessoal

Cassiel Gass do Bomfim estava brincando com o irmão e o primo no pátio da casa da tia, quando saiu correndo e foi atropelado por um carro. Ele faria 5 anos no próximo domingo.

morte de um menino de 4 anos, atropelado na ERS-124, em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, trouxe dor a uma família. A mãe, Débora Cardoso, de 23 anos, não consegue explicar o que aconteceu.

“Ele estava brincando no pátio com o irmão e o priminho dele. Daí ele saiu correndo, eu corri atrás dele e não deu tempo. Eu só ouvi um barulho”, conta.

Cassiel Gass do Bomfim foi atropelado na frente da casa da tia, que fica às margens da rodovia. A motorista contou à polícia que Cassiel apareceu repentinamente na frente do carro e que não conseguiu frear a tempo.

Ao ver o filho caído na estrada, Débora conta que logo o levou para o hospital.

“Corri até o carro levando pro hospital. Cheguei lá desesperada pedindo ajuda. Eles levaram ele para uma sala e eu fiquei na rua esperando. Depois de duas horas vieram me dar a notícia de que ele tinha falecido”.

No boletim de ocorrência, a polícia informou que o local não possuía cercamento, mas Débora diz que a casa tinha proteção.

“Tem portão e estava fechado. Ele saiu correndo pelo portão”.

Mãe conta que Cassiel estava sempre sorrindo — Foto: Arquivo pessoal

Mãe conta que Cassiel estava sempre sorrindo — Foto: Arquivo pessoal

‘Nunca mais vou ver meu filho’

 

Débora se conforta lembrando da rotina e do jeito carinhoso do filho. “Ele acordava, ia no banheiro, pedia mama. Na hora de dormir dizia ‘eu te amo’, o sorriso. A gente lembra de tudo”, conta emocionada.

“É meu filho né, eu tô muito mal pelo que aconteceu, eu nunca mais vou ver meu filho. Quatro anos era o começo da vida. Ele estava sempre alegre, sorrindo, brincando, dando beijo, abraço”.

 

Apesar da tragédia, Débora diz que foi uma fatalidade.

“Não boto a culpa em ninguém, ninguém tem culpa do que aconteceu. O motorista não tinha culpa, do nada uma criança aparecer no meio da faixa, a faixa é lugar de carro estar. Eu estou com a consciência tranquila. Ele tava no pátio fechado. Não foi minha culpa”, diz.

Débora, o marido e o filho menor, de 2 anos, buscam se recuperar do que aconteceu.

“Quem sabe, acho que era o momento dele. Deus sabe de todas as coisas. Deus deu a vida a ele, eu só gerei. Eu vou ter que me conformar, com muita dor, com muita saudade, mas sei que um dia vai ser a minha hora também e eu vou encontrar ele lá sorrindo”.

Por Gabriela Clemente, G1 RS

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