Túmulo é violado e corpo desenterrado no Cemitério Jardim, família busca respostas

0
265

A retirada de um corpo no Cemitério Jardim e deslocado à outra sepultura está gerando questionamentos e indignação aos familiares de Wilma Gomes (In Memorian). O corpo da mulher foi enterrado no local F-28, situação que classifica o endereço do jazigo no campo santo.

Diante do ocorrido constatado por familiares dias após o sepultamento, a reportagem do REPÓRTER Janio Fernandes foi acionado pelo filho de Wilma Gomes (In Memorian), Alexandre Gomes que denunciou o caso.

Durante entrevista, Alexandre disse que o corpo da mãe foi descolado à frente, 05 sepulturas distantes. O denunciante foi à Delegacia de Polícia e registrou um boletim de ocorrências.

Conforme informações colhidas pela reportagem, o corpo “foi retirado do local, pois o citado espaço estava reservado à outra família”.

A reportagem entrou em contato com o titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Obras e Trânsito, Jair Antônio da Rosa que disse estar “se inteirando do caso, mas que uma sindicância será aberta para apurar o ocorrido”.

A Lei diz que:

II – O CRIME DE VIOLAÇÃO DA SEPULTURA

Previsto no artigo 211 do Código Penal, estabelece que, destruir, subtrair ou ocultar cadáver ou parte dele, sugere-se Pena de reclusão, de um a três anos, e multa.

Violar significa devassar ou invadir e profanar, tratar com irreverência ou macular. O objeto é a sepultura ou urna funerária. Reserva-se a primeira figura do tipo para quem abre a sepultura ou invade o sepulcro, enquanto a segunda serve para quem infama o mesmo objeto. Esta última é o recipiente próprio que guarda cinzas(urna cinerária) ou ossos(urna ossaria), estando equiparada por lei à sepultura. Mas não se confunde com o esquife ou ataúde, destinados a receber o cadáver e não suas cinzas ou ossos. Assim sem cinzas ou restos mortais, ela não é objeto de proteção penal.

Fonte: REPÓRTER Janio Fernandes 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui