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Clima tempo

MetSul alerta para estiagem severa no Rio Grande do Sul

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Açude secou no interior de Herveiras, em registro de março de 2020 | Foto: Clécio da Silva / Defesa Civil
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Meteorologistas estimam que seca que está por vir pode ser pior que a registrada no começo do ano.

Segundo dados da MetSul, o fenômeno La Niña atua desde agosto no Oceano Pacífico Equatorial e deve seguir impactando o clima do Sul do Brasil durante os próximos meses. Hoje, o La Niña tem intensidade moderada, mas a expectativa é que entre dezembro e janeiro atinja forte intensidade trazendo estiagem.

As tendências indicadas por modelos de clima são preocupantes, segundo os meteorologistas. Quase todos os modelos de clima internacionais apontam para o período da safra de verão 2020/2021 uma perspectiva de chuva abaixo a muito abaixo da média, em particular no Rio Grande do Sul.

Na Metade Norte, habitualmente, tende a chover mais no verão pela latitude e maior proximidade do canal de umidade do Sudeste e do Centro-Oeste do país, mas no Sul e no Oeste a climatologia aponta menos precipitação nos meses de verão.

A MetSul Meteorologia adverte que o Sul do Brasil passará por mais uma estiagem que pode ser, em alguns locais, mais severa do que a de 2019/2020, porque não houve recomposição hídrica suficiente. Com isso, pode ocorrer perda de produtividade, inclusive com quebra de safra em diferentes localidades, escassez de água para consumos humano e animal com racionamento em alguns municípios, baixa acentuada de níveis de rios e outros mananciais como barragens e açudes, além de risco de fogo em vegetação.

 

Fonte: Portal Gaz

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Clima tempo

COM ONDA DE CALOR, TERMÔMETROS PODEM ALCANÇAR 39ºC NESTA SEMANA NO RS

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Após um fim de semana de céu aberto na maior parte do território gaúcho, o Rio Grande do Sul deve encarar, nos próximos dias, tempo firme e uma onda de calor que deverá elevar as temperaturas para 39ºC na quarta-feira (25), o dia mais quente da semana, de acordo com previsão da Somar Meteorologia.

Na segunda (23) e na terça-feira (24), o tempo aberto predomina em todas as regiões. As temperaturas aumentam dia após dia já a partir de segunda-feira. Na terça, algumas cidades registrarão 38ºC à tarde, como Bom Princípio, no Vale do Caí. Nas horas mais quentes do dia, a umidade relativa do ar deve ficar baixa, sobretudo entre o Norte e o Oeste gaúchos.

Na quarta, ao menos três municípios devem se aproximar dos 40ºC: Porto Xavier e Sete de Setembro, no Noroeste, e Roca Sales, no Vale do Taquari, segundo a Somar Meteorologia.

Ainda na quarta-feira, parte do Estado receberá zonas de instabilidade vindas da Argentina. Aliadas a uma frente fria que começa a se formar na costa uruguaia, o Rio Grande do Sul deve registrar chuva nas regiões Sul, Campanha e Fronteira Oeste.

Na madrugada, a sensação de abafamento perde força e o tempo instável se alastra pelo resto no Rio Grande do Sul na quinta-feira (26), exceto no extremo Norte e nos pontos mais altos da serra gaúcha. A chuva será mais forte na Campanha, Fronteira Oeste e Sul, onde o sol não deve aparecer. O tempo instável deve se manter no Estado na sexta (27).

— A semana começará com tempo firme e uma onda de calor predominando. O auge do calor será na quarta-feira — resume o meteorologista da Somar Carlos Medeiros Júnior.

Previsão do tempo para segunda-feira

Região Metropolitana: tempo firme e ensolarado. Em Porto Alegre, mínima de 15°C e máxima de 30°C

Leia também:  Aumenta para 21 o número de mortes por coronavírus no Rio Grande do Sul

Região Sul: tempo aberto e com poucas nuvens. Em Pelotas, mínima de 16°C e máxima de 25°C

Serra gaúcha: tempo aberto e com poucas nuvens. Em Caxias do Sul, mínima de 10°C e máxima de 27°

Região Central: tempo aberto e com poucas nuvens. Em Santa Maria, mínima de 14°C e máxima de 32°C

Noroeste: tempo firme e ensolarado. Em Santa Rosa, mínima de 18°C e máxima de 36°C

Norte: tempo firme e ensolarado. Em Erechim, mínima de 12°C e máxima de 32°C

Fronteira Oeste: tempo firme e ensolarado. Em Uruguaiana, mínima de 17°C e máxima de 33°C

Litoral Norte: tempo aberto e com poucas nuvens. Em Torres, mínima de 18°C e máxima de 23°C

Litoral Sul: tempo aberto e com poucas nuvens. Em Rio Grande, mínima de 18°C e máxima de 22°C

Norte: tempo firme e ensolarado. Em Passo Fundo, mínima de 13°C e máxima de 30°C

Campanha: tempo firme e ensolarado. Em Bagé, mínima de 13°C e máxima de 29°C

Texto: Assinck,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Clima tempo

RS vai ter sol, nuvens e chuva isolada nesta quarta-feira

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Instabilidade deve se concentrar nas regiões Oeste e Sul

O sol aparece entre nuvens em todo o Rio Grande do Sul nesta quarta-feira. No entanto, a cobertura pela nebulosidade aumenta ao longo do dia, e algumas regiões podem ter chuva isolada ao longo do dia.

De acordo com a MetSul Meteorologia, a instabilidade avança dos países do Prata e pode provocar chuva localizada especialmente no Oeste e no Sul, antes do fim do dia. A quarta-feira deve começar fria para a época, mas a tarde tende a ser agradável.

Em Porto Alegre, o sol aparece entre nuvens. A mínima deve ser de 13°C, e a máxima fica na casa de 26°C.

Mínimas e máximas no RS
Vacaria 7°C / 21°C
Santa Maria 14°C / 28°C
Passo Fundo 10°C / 25°C
Santa Cruz 13°C / 28°C
Bagé 11°C / 27°C
Caxias do Sul 8°C / 23°C

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Clima tempo

Fenômeno La Niña no Rio Grande do Sul tende ser de rápida duração, informa meteorologista

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Nos próximos meses, o Rio Grande do Sul terá um sistema próprio de meteorologia Foto: Fernando Dias/Seapdr
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Os impactos do fenômeno La Niña no campo foram destacados pelo meteorologista Flávio Varone, da Seapdr (Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural).

“Estamos com o La Niña agora, mas também não é tão preocupante assim. Em anos anteriores, já tivemos o fenômeno. É corriqueiro”, disse Varone. Conforme o meteorologista , a previsão para os próximos meses é de condição de pouca chuva no Rio Grande do Sul, principalmente neste novembro e em dezembro.

“É normal para o período no Estado, principalmente na metade sul. A chuva diminui nesta época. No Norte do Estado, em novembro, ainda há um percentual bom de chuva, mas, no geral, diminui. Então vai haver diminuição da umidade e da chuva”, acrescentou.

O pesquisador acredita que a redução da chuva no norte e noroeste do Estado preocupa mais, porque é uma área de produção agrícola e pode trazer problema no fim da primavera. “É uma condição que está presente, que exige atenção nesse sentido”, enfatizou.

Varone afirmou que, por enquanto, não há uma previsão de janeiro e fevereiro serem secos como no último verão. “A tendência é que tenhamos uma La Niña se concretizando até meados de janeiro, quando começa a entrar em declínio. No início do outono, as chuvas devem se normalizar. É uma La Niña rápida e fraca”.

Sistema próprio de monitoramento

Nos próximos meses, o Rio Grande do Sul terá um sistema próprio de meteorologia – o Simagro (Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos) –, que vai gerar informação do tempo a partir uma rede de estações própria. “Futuramente, queremos gerar aplicativos de monitoramento e outros produtos para estarem na palma da mão do agricultor gaúcho”, adiantou Varone.

Leia também:  Rio Grande do Sul deve ter tempo instável nesta quarta

De acordo com o pesquisador, o projeto consiste, em um primeiro momento, na instalação, até dezembro deste ano, de 20 estações meteorológicas para monitoramento das condições de deriva do agrotóxico 2,4-D (já foram instaladas 17). Em outra etapa, serão instalados dois modelos meteorológicos.

“Assim teremos o monitoramento e a previsão do tempo. Com isso vamos gerar produtos para todos os municípios do Rio Grande do Sul. Vamos gerar, além do índice de aplicação do 2,4-D, os mais diversos produtos como monitoramento da ferrugem da soja, algum produto para o arroz, a oliveira, uva, entre outras culturas”.

Varone informou que o sistema estará disponível gratuitamente para o produtor gaúcho no site da secretaria. “Vamos gerar também índices de temperatura e umidade para gado de corte e ovinos. No futuro, poderemos gerar dados específicos para determinadas culturas, conforme o interesse público. Com esse sistema, o Rio Grande do Sul ganha uma inovação dentro do setor climático”.

Ainda conforme o meteorologista, juntamente com esse projeto será implantado um modelo de previsão climática. “Precisamos de uma previsão de longo prazo. Vamos gerar uma para seis meses no Estado. No próximo verão, já vamos conseguir fazer o monitoramento automático, operacional, diariamente”, afirmou.

Varone abordou o tema “Clima: monitoramento e aplicações na agropecuária” no evento promovido pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Seapdr.

O Sul

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