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Rural

Ministério entrega títulos de terra a famílias de assentados no RS

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Vinte oito famílias que vivem no assentamento Libertação Camponesa, no município gaúcho de Não-Me-Toque, receberam os títulos definitivos de terra, que aguardavam há 26 anos. O assentamento foi criado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em 1994, em uma área de 380 hectares, dividida em 29 lotes (de 10 a 13 hectares cada).

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, presente à cerimônia realizada nessa segunda-feira (2), disse que a meta do ministério é entregar 600 mil títulos até o fim do governo.

Ela também falou da importância da propriedade da terra para o pequeno produtor. “Hoje vocês têm sua emancipação para terem seus títulos e serem donos de suas vidas. Sejam felizes, produzam muito e tragam seus filhos para darem continuidade ao trabalho de vocês no campo”.

Um seu discurso, Tereza Cristina destacou também que uma das prioridades do ministério é trabalhar para que os pequenos produtores consigam aumentar a produção e renda, além de terem oportunidades de vender ao mercado externo.

A ministra informou que, em janeiro, mais R$ 1 bilhão foram realocados para garantir financiamento aos pequenos produtores até o lançamento do novo Plano Safra este ano, que está em negociação com a equipe econômica.

O secretário especial de Assuntos Fundiários do Mapa, Nabhan Garcia, destacou, durante o evento, que o governo trabalha para que “cada cidadão e cidadã receba seu título de propriedade”.

Segundo ele, de posse do título, cada agricultor pagará, em média, R$ 5 mil pelo lote, em parcelas anuais ao longo de 20 anos, com três anos de carência. Atualmente, 24 assentamentos estão em processo de titulação no Rio Grande do Sul.

Leia também:  Sobe para 226 o número de pessoas infectadas com o novo coronavírus no Rio Grande do Sul

Produção de milho no RS cai 1,2 toneladas em relação à estimativa da Emater

*Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Rural

INSS suspende exigência para segurado especial rural por 120 dias e resguarda direito dos beneficiários durante a pandemia

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Também fica suspenso o prazo para cumprimento de exigência. A medida do INSS resguarda o direito desses segurados enquanto durar o estado de emergência em saúde no Brasil.

Em decorrência da pandemia do coronavírus, segurados especiais rurais não precisam autenticar documentos nos próximos 120 dias. Também fica suspenso o prazo para cumprimento de exigência. A medida do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) resguarda o direito desses segurados enquanto durar o estado de emergência em saúde no Brasil.

 

A Portaria 295 suspendendo as obrigações foi publicada na última quinta-feira no Diário Oficial da União e vale para exigências feitas antes da publicação. Neste caso, o servidor responsável pela análise pode identificar os casos passíveis de dispensa e assegurar o direito do beneficiário rural.

 

As situações que geram dúvida podem requerer mais informações do segurado ao INSS. No entanto, o prazo para prestar as informações também fica suspenso até que seja restabelecido o atendimento presencial.

 

por Agência do Rádio

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Rural

Em uma semana, duplica a área de soja colhida no Estado

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Foto: Djonatan Coppetti

As lavouras de soja no Rio Grande do Sul estão com 39% das áreas cultivadas colhidas, o que representa mais que a duplicação em uma semana, visto na semana passada (19/03) recém 18% das áreas cultivadas havia sido colhidas. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), o restante da cultura está 1% em floração, 17% em enchimento de grãos e 43% madura e por colher.

Este período foi marcado pela ocorrência de chuvas de baixo volume na maior parte do Estado e a temperatura se manteve amena durante o dia e predominou o ar seco, que deixou o tempo firme em todo RS. Essas condições têm contribuído para ampliação das perdas na cultura, exigindo que os produtores de todas as regiões recorram à cobertura de Proagro e de seguros.

De acordo com a publicação semanal, as lavouras de milho estão 3% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 4% em floração, 13% em enchimento de grãos, 15% dos cultivos estão maduros e 65% já foram colhidos. O prolongamento da estiagem tem forçado também os produtores de milho a solicitar vistorias para comprovar as perdas e viabilizar o acesso ao seguro agrícola e ao Proagro.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas, a colheita das lavouras de milho para silagem já chega a 51% da área. Em Cerrito, a colheita corresponde a 70% das áreas semeadas, e em Pelotas, a 60%. A silagem elaborada tem se mantido com qualidade inferior e com rendimentos bastante baixos, entre seis mil e oito mil quilos por hectare.

A colheita do feijão 1ª safra avança nos Campos de Cima da Serra, na regional de Caxias do Sul, onde predominam as grandes áreas cultivadas. É boa a qualidade dos grãos, e os preços em elevação animam os produtores.  Na região de Pelotas, predomina a fase de colheita (74%), já concluída em Tavares, Arroio do Padre, Cerrito, Pinheiro Machado, Piratini, Canguçu, Santana da Boa Vista, Pelotas e em São Lourenço do Sul.

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Na regional da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, 60% das lavouras da segunda safra de feijão estão em estágio de desenvolvimento vegetativo e 40% em floração. De maneira geral, as lavouras implantadas apresentam retardo no desenvolvimento vegetativo e os produtores têm dificuldades de fazer a aplicação de adubação nitrogenada e o controle de pragas e doenças.

OLERÍCOLAS
Com as temperaturas mais amenas e a ocorrência de chuvas na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, produtores iniciam o preparo das áreas para a implantação das hortas domésticas, com colocação de adubo químico e orgânico, revolvimento do solo, demarcação e construção dos canteiros. Entretanto, o quadro climático não reverteu a baixa oferta de hortaliças na região, provocando alta nos preços.

A entrada do outono tende a melhorar as condições de clima para o desenvolvimento das novas hortas e, assim, no final de abril, melhorar a oferta de produtos no mercado, retomando preços normais. Alguns produtores iniciaram o plantio de alho e a semeadura de cebola, para posterior replantio na área definitiva. Também ocorre o plantio de cebola em forma de bulbos para a produção de mudas, a cebola-família. Iniciou o plantio de ervilha.

É menor a oferta de mudas de olerícolas nas agropecuárias. Alguns agricultores que fornecem um número maior de olerícolas e fazem entregas a domicílio estão optando por entregar toda a produção em um único lugar, preferencialmente nas cooperativas ou fruteiras, a fim de diminuir o contato com pessoas em função da Covid-19.

FRUTÍCOLAS
Entre as frutícolas cultivadas na Regional de Santa Rosa, o abacate está em plena frutificação, com boa carga de frutos, e o caqui está em fase final de colheita. A cultura de abacaxi, predominada com cultivos da variedade Pérola, está em fase final de colheita, e alguns frutos apresentam queima pelo sol. Nogueiras estão em plena frutificação, com grande variação de carga de frutos entre as plantas. Esporadicamente, há plantas com a broca do tronco e também com antracnose, causando secagem de ramos. A cultura da banana apresenta forte emissão de clones/brotos e cachos. Laranjais estão com boa brotação nova, bergamota segue em pleno desenvolvimento e a variedade Satsuma Okitsu apresenta queima dos frutos devido à forte insolação.

Leia também:  Governador afirma que o RS tem transmissão comunitária do coronavírus

PASTAGENS
A ocorrência de chuva em pequena quantidade e com distribuição irregular na semana passada alterou muito pouco o quadro nas diversas regiões do Rio Grande do Sul em relação às pastagens. Os campos nativos e as pastagens cultivadas de verão continuam predominantemente com poucos rebrotes, muito fibrosos, pouco palatáveis e com qualidade nutricional reduzida.

APICULTURA
Em todas as regiões do Estado foi boa a atividade das colmeias, mas a produção de mel é variada, dependo da maior ou menor disponibilidade de floradas.

PSICICULTURA
A diminuição continuada do nível de água dos açudes implica diretamente na redução da qualidade da água, dificultando a oxigenação e as demais condições alimentares necessárias à manutenção dos peixes.

Nas regiões da Emater/RS-Ascar de Porto Alegre e de Erechim, foram registrados alguns casos de morte de peixes criados em viveiros, causada por níveis muito baixos de água e consequente deficiência de oxigenação. Entre as medidas tomadas para prevenir a disseminação da Covid-19, em alguns municípios foram canceladas as feiras para comercialização de peixes.

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

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Rural

Exportações agropecuárias devem ser pouco impactadas pela pandemia de coronavírus

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Em meio à pandemia, China continua importando produtos agropecuários brasileiros Foto: Agência Brasil

A pandemia de coronavírus deve derrubar exportações em geral no primeiro semestre deste ano, mas commodities agrícolas serão menos afetadas e podem ter recuperação rápida no segundo semestre, com o aumento de compras de alimentos para repor estoques nos países atingidos, dizem analistas e entidades que acompanham o comércio global.

Em boletim divulgado na última semana, a CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil) não identificava interrupção de importações chinesas de produtos agropecuários brasileiros. “A corrida dos consumidores aos supermercados é a provável causa do aumento das vendas de itens básicos para a dieta chinesa. As vendas de alimentos on-line também cresceram 3% no mesmo período”, informou a entidade.

Rupturas na indústria e no setor de serviços devem ser mais graves e mais longas, segundo os analistas. Mas tudo – até mesmo os rumos das exportações agrícolas – depende da duração da pandemia, de sua extensão e da gravidade das medidas tomadas para combatê-la.

Órgãos como a agência da ONU para o comércio (Unctad) e a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), que haviam feito previsões quando o surto da doença estava limitado à China, estão refazendo seus cálculos e dizem que ainda levará semanas para que o panorama fique mais claro.

No momento, a pandemia já reduziu significativamente as previsões de crescimento em 2020 dos principais compradores de mercadorias brasileiras: a China, a Europa e os Estados Unidos.

O Sul

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