Connect with us

Economia

Montadoras dão férias coletivas para mais de 100 mil funcionários no Brasil

Publicado

dia

Ao todo, as associadas à Anfavea têm 125,6 mil empregados diretos Foto: Agência Brasil

Mais de 100 mil trabalhadores das montadoras instaladas no Brasil entram em férias coletivas neste mês. Na maior parte, a parada terá início na segunda-feira (23). A volta ao trabalho está prevista para a segunda quinzena de abril, embora todas as empresas condicionem o retorno à evolução da pandemia do coronavírus.

Ao todo, as associadas à Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) têm 125,6 mil empregados diretos. Na sexta (20), FCA Fiat Chrysler, Honda, PSA Peugeot Citroën, BMW e Renault confirmaram o fechamento de suas linhas de produção.

Apesar de ter registrado um caso suspeito de Covid-19 na fábrica de Piracicaba (SP), a Hyundai Motors do Brasil é uma das poucas montadoras que ainda não anunciaram férias coletivas. A unidade tem 2,5 mil funcionários. A produção está interrompida desde sexta (20) até segunda (23).

A crise gerada pelo coronavírus traz o medo do desemprego de volta ao universo automotivo, que ainda não se recuperou dos resultados ruins acumulados entre 2014 e 2017.

O Sul

Economia

235 mil empresários embolsaram os R$ 600

Publicado

dia

Por

O tribunal de contas da união determinou que o ministério da cidadania, pasta responsável pelo auxílio emergencial de 600 reais, crie em 15 dias formas de controle para reduzir o número de benefícios pagos indevidamente.

 

O tcu fez um pente-fino na folha de pagamento de abril e identificou que mais de 620 mil e 200 auxílios foram pagos para quem não precisa. Deste total, 235 mil 572 pagamentos foram feitos para empresários ou sócios de alguma empresa. O tcu informou que para identificar os empresários foram consideradas apenas empresas com mais de dois funcionários registrados. Já que microempreendedores individuais, que tem direito ao auxílio, só podem ter um funcionário. O tribunal utilizou a base de dados da receita federal, do cadastro nacional de empresas e do ministério da economia para encontrar os pagamentos indevidos.

 

O ministério da cidadania informou, por meio de nota, que a controladoria geral da união, a cgu, identificou apenas 160 mil benefícios com inconformidades. Ainda de acordo com a pasta, quem mentiu ou burlou o sistema para receber o benefício poderá ser penalizado tendo que devolver o dinheiro. O ministério da cidadania informou que quando a fraude é confirmada o caso é repassado para a polícia federal.  Vale lembrar que o auxílio emergencial de 600 reais foi criado para ajudar quem teve a renda afetada pela pandemia.

 

Tem direito ao benefício trabalhadores informais, desempregados, microempreendedores individuais e beneficiários do bolsa família.

Continue lendo

Economia

Gasolina sobe 5% nesta quarta-feira

Publicado

dia

Por

Foto: Agência Brasil

A gasolina deve ficar mais cara nos postos brasileiros. Isso porque a Petrobrás fez um reajuste médio de cinco por cento no preço de venda do litro do combustível nas refinarias.

 

Desde maio, esse já é o oitavo aumento seguido no preço da gasolina. Com o reajuste, o preço médio dela nas refinarias chega a 1 real, 657, o maior desde o fim de fevereiro. A tendência é que o preço nas bombas também aumente, uma vez que os donos de postos têm liberdade para escolher o valor do que vendem.

De acordo com o último balanço de preços da anp, a agência nacional do petróleo, o litro mais caro de gasolina vendido no brasil foi encontrado a 5 reais e 69 centavos, no estado do Tocantins. Pelo país, o preço médio é quatro reais e 6 centavos.

Continue lendo

Economia

Crise provocada pelo coronavírus atinge a renda de idosos brasileiros que trabalham sem carteira assinada

Publicado

dia

Por

Pesquisa aponta que mais da metade das pessoas acima de 60 anos trabalha na informalidade Foto: Divulgação

A pandemia de coronavírus atingiu a renda de milhares de idosos que trabalhavam sem carteira assinada no Brasil, de acordo com uma pesquisa feita pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

O levantamento, que ouviu mais de 9 mil idosos brasileiros para saber qual é a situação deles durante a pandemia, aponta que mais da metade das pessoas acima de 60 anos trabalha na informalidade e teve redução ou perda de renda desde a chegada do novo coronavírus.

“Se não tem vínculo, o que vai acontecer? Quando chega a pandemia, muitos deles perdem o emprego e o perder o emprego significa perder a renda do domicílio. Ou uma boa parte”, explica Dalia Romero, pesquisadora da instituição.

A pesquisa da Fiocruz mostra também que além do baque econômico, a pandemia está deixando marcas emocionais e na saúde dos idosos.

O Sul

Continue lendo

Newsletter

Receba as Notícias do site direto em seu email! Cadastre-se gratuitamente:
Patrocinado
Patrocinado

Mais lidas da semana

Notícias no seu WhatsApp whatsapp