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Economia

Ricos podem pagar a conta do combate ao Covid-19

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A tributação das grandes fortunas no Brasil, por meio da taxação de dividendos e grandes heranças, poderia amenizar os impactos do coronavírus na economia do país.

De acordo com uma carta formulada pela federação nacional do fisco estadual e distrital e a associação nacional dos auditores fiscais da receita federal, tributar os super-ricos poderia arrecadar 272 bilhões de reais. Desse total, 100 bilhões seriam enviados para o fundo nacional de emergência. Assim resolveria o problema do governo que está preocupado com a economia enquanto o número de infectados e mortos pela pandemia do covid-19 cresce no mundo e no país.

De acordo com o documento, o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, 30 por cento da renda nacional está na mão de apenas um por cento da população. Uma das medidas propostas é a criação da contribuição social sobre altas rendas das pessoas físicas, que taxaria pessoas que recebem acima de 80 mil reais por mês.

O congresso nacional já articula uma reforma tributária, mas até o momento taxar grandes fortunas não está na pauta dos parlamentares e nem do governo federal.

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Economia

Acordos firmados no TRT-RS garantem manutenção de quatro serviços essenciais à população

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O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) mediou, nessa sexta-feira, quatro acordos em categorias importantes, que prestam serviços essenciais à população: metroviários, rodoviários de Porto Alegre, além de supermercados e farmácias de todo o Estado. Nas quatro audiências realizadas ao longo do dia, empregadores e trabalhadores chegaram a um consenso sobre medidas a serem adotadas durante a pandemia do coronavírus. As audiências foram conduzidas pelo vice-presidente do TRT-RS, desembargador Francisco Rossal de Araújo, com a participação do procurador regional do Trabalho Paulo Eduardo Pinto de Queiroz.

No caso dos metroviários, o acordo evitou uma greve que estava programada para iniciar à meia-noite de domingo. O Sindimetrô e a Trensurb acertaram uma série de procedimentos para evitar a disseminação do coronavírus, entre eles a redução de horários de circulação nos trens. Já o Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre chegou a um acordo com o Sindicato das Empresas de Ônibus referente à redução de jornada de trabalho e da remuneração de empregados, até 30 de abril.

Em nome dos empregados dos ramos de farmácias e supermercados, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) selou acordo com sindicatos patronais e diversas empresas dos dois setores. O acerto refere-se ao cumprimento dos decretos municipais, estaduais e federais, bem como de medidas de segurança para prevenir o contágio do coronavírus.

Os supermercados foram representados pelo Sindigêneros e o Sindiatacadistas. Participaram da audiência, realizada por videoconferência, representantes das redes Zaffari, Walmart, Big, Atacadão, Rissul, Carrefour e Asun.

As farmácias, por sua vez, foram representadas pelo Sinprofar-RS. Também participaram da audiência, igualmente por videoconferência, representantes das redes Panvel, São João, Pague Menos e Droga Raia.

As audiências com metroviários e rodoviários foram presenciais devido a extrema urgência, mas medidas de precaução foram tomadas pelos participantes.

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Economia

Trabalhadores da GM têm contrato suspenso e redução de salários

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Medida vale a partir do dia 14 de abril e atinge 6 mil trabalhadores

Os trabalhadores da General Motors (GM), em acordo coletivo com o sindicato da categoria, terão os contratos suspensos por quatro meses e os salários reduzidos. A medida vale a partir do dia 14 de abril e atinge 6 mil trabalhadores, em razão da pandemia do Coronavírus.

O presidente do Sindicato, Valcir Ascari, explica a situação: “Nós procuramos a companhia do complexo e chegamos a este acordo. Vale por um período de quatro meses, mas pode ser readequado dependendo da política geral nacional. Eu entendo que neste momento tem que morrer a política partidária e nascer a política solidária. O melhor, agora, é ficar em casa e se resguardar. O preço a se pagar pode ser muito maior se não nos cuidarmos nessa pandemia”.

Um comitê permanente foi criado e vai avaliar, entre sindicato e empresários, o melhor momento para retomar as atividades. O sindicato vai lançar, nos próximos dias, uma campanha de solidariedade, visando arrecadar cestas básicas para os metalúrgicos que ficarem desempregados.

Confira a redução de salários

Fonte: Jessica Moraes/Radio Guaiba

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Economia

Empresas ganham crédito para pagar salário a funcionários

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O banco central anunciou uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas pagarem salários dos funcionários neste período de pandemia do coronavírus.

O objetivo é que nos próximos dois meses essas empresas não dispensem os empregados. O empréstimo terá taxa de juros mínima, de 3,75 por cento ao ano. Poderão pegar o crédito empresas com faturamento entre de 360 mil e 10 milhões e reais por ano.

Durante os dois meses de vigência do crédito emergencial, a empresa não pode demitir ninguém. O dinheiro não passa pela conta da empresa e será depositado direto para o empregado no valor de até dois salários mínimos, dois mil e 90 reais. Aliás, este será o maior valor pago para empregados de empresas que aderirem ao financiamento. Ou seja, quem recebe mais que dois salários mínimos terá o salário reduzido.

A contratação do crédito poderá ser feita em qualquer banco que esteja participando do processo. O governo não informou quando a linha de crédito estará liberada. Ainda de acordo com o governo, a medida vai beneficiar 1,4 milhão de empresas e um total de 12,2 milhões de trabalhadores.

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